O povo travou o avanço político. A cidadania italiana em 2025 sofreu mudanças profundas após o Decreto-Lei nº 36/2025, alterando completamente o cenário para descendentes que buscam o reconhecimento do direito de sangue.
O referendo na Itália e a verdade que escondem: quem realmente decide a sua cidadania italiana, o político ou o juiz?

Antes de entrar no assunto que mais interessa, cidadania italiana, o que vem a ser um referendo? É um voto popular! É quando o governo escreve uma lei, mas não pode dar o martelo final sozinho; ele precisa chamar todo o povo para votar se aceita ou não aquela mudança.
Se você acha que já entendeu o que está acontecendo com a cidadania italiana, eu preciso te dizer uma coisa: você ainda não viu nada. O que está por trás desse referendo, desse decreto e dessas decisões recentes vai muito além de política, envolve o controle do Judiciário, o direito de sangue e o futuro de milhões de famílias. E é exatamente isso que eu vou te mostrar agora, passo a passo, para você entender de verdade o que está em jogo e como isso impacta diretamente a sua vida e a da sua família.
Agora presta atenção, porque aqui começa a verdade que pouca gente tem coragem de dizer. Durante anos, te ensinaram que cidadania italiana era um processo. Que era fila, documento, consulado, espera. Mas isso sempre foi uma meia verdade. Porque cidadania italiana nunca foi um pedido — sempre foi um direito. Um direito que nasce com você, que não depende de governo e que não pode ser reescrito por decreto. O que existia era um sistema que reconhecia isso de forma lenta, falha e muitas vezes injusta.
Só que agora o cenário mudou. O sistema colapsou. E quando o sistema não consegue mais sustentar a própria demanda, ele faz o quê? Ele não assume o erro. Ele tenta limitar o direito. Ele tenta mudar a regra do jogo. Ele tenta te convencer de que aquilo que sempre foi seu… talvez nunca tenha sido.
E é aqui que a maioria das pessoas se perde. Porque aceita a narrativa. Aceita o medo. Aceita a confusão.
Mas você não.
Porque a partir de agora você vai entender como funciona o jogo de verdade. Vai entender por que o referendo importa. Vai entender por que o decreto é uma tentativa de controle. E vai entender por que, no final das contas, quem decide não é o político.
É o juiz.
E quando você entende isso, você deixa de ser espectador… e passa a ser protagonista.
Agora fica comigo, porque o que vem a seguir não é teoria. É realidade. E essa realidade pode mudar completamente o destino da sua família.
Pra quem não me conhece, eu sou Rodrigo Maricato, advogado, fundador da DNA Cidadania, e há mais de 10 anos eu atuo diretamente com processos de cidadania europeia. Eu não estou te falando isso por teoria. Eu estou te falando isso porque eu vivo isso todos os dias, com famílias reais, com processos reais, com problemas reais.
E eu vou te mostrar como isso funciona na prática.
Durante anos, existiram três caminhos. O consulado, onde você esperava dez anos ou mais. A Itália, onde você precisava se mudar, fixar residência e dar entrada na comune. E o Judiciário, que sempre foi o caminho para quem o próprio Estado dizia que não tinha direito, como nos casos de via materna antes de 1948.
O problema é que agora o Estado tentou fazer algo diferente. Com o Decreto de 2025, tentou limitar gerações, exigir vínculos e, na prática, dizer que pessoas nascidas fora da Itália talvez nunca tenham sido italianas. Ou seja, tentou reescrever o passado.
E é aqui que entra o referendo.
Muita gente viu “sim” e “não” e não entendeu nada. Mas o que estava em jogo era simples: fortalecer ou não mudanças que impactam o equilíbrio do Judiciário. E o “não” venceu.
E isso é decisivo.
Porque, na Itália, o sistema é equilibrado. A Corte Constitucional tem quinze juízes, divididos entre Executivo, Legislativo e Judiciário. Nenhum poder manda sozinho. E o juiz italiano é de carreira. Ele não depende de político. Ele aplica a lei.

E é por isso que, enquanto o governo tenta limitar, o Judiciário responde.
E aqui entra um exemplo real.
Tribunal de Veneza. Processo recente. Em poucos meses, o juiz reconheceu: cidadãos italianos desde o nascimento. Sem decreto. Sem política. Aplicando o direito.
E aqui entra o momento que parece até absurdo.
A pessoa nasce italiana. O Estado diz que não é. A pessoa gasta tempo, dinheiro, energia… e no final um juiz diz o óbvio: sempre foi.
Você entende o nível disso?
O Estado falha… e o cidadão paga a conta.
Mas o direito continua de pé.
Então vamos deixar claro: a cidadania italiana não acabou. O que acabou foi a facilidade.
Antes você esperava. Hoje você precisa agir.
Agora deixa eu te contar uma coisa que ficou marcada na minha cabeça.
Um amigo meu, o Roberto, me disse assim: “Rodrigo, eu não estou buscando a cidadania italiana para viajar, nem pra morar. Isso pode até acontecer. Mas não é por isso. É porque meu bisavô veio para o Brasil e só se ferrou aqui. Então é para honrar a memória dele.”
E isso muda tudo.
Porque você percebe que não é sobre documento.
- É sobre história.
- É sobre origem.
- É sobre não deixar ninguém apagar o que a sua família construiu.
E agora vem a parte final, que eu preciso ser direto com você.
Se isso vai te prejudicar financeiramente, se vai faltar alguma coisa pra sua família, não faça agora. Se organize. Se prepare. Mas não abandone.
Agora, se você tem condição, se isso cabe na sua realidade, então enfrente.
Porque esse direito é seu.
- E direito não se pede.
- Direito se exerce.
E eu vou te falar sem rodeio: se isso estivesse acontecendo no Brasil, a tendência seria você perder. Porque o sistema funciona de forma diferente, dentro de uma lógica política que você já conhece.
Mas na Itália, não.
Na Itália, ainda existe equilíbrio. Ainda existe juiz que aplica a lei. Ainda existe espaço para o direito vencer.
E é por isso que você não pode ter medo.
Você precisa ter estratégia.
Porque o futuro, você já sabe qual é.
E proteger a sua família não é luxo.
É responsabilidade.
No fim, a decisão é simples: ou você aceita o que estão tentando impor… ou você luta pelo que já é seu.
Se isso fez sentido para você, deixa o seu like, compartilha com a sua família, porque essa informação precisa chegar em quem realmente precisa.
E se você quer entender o seu caso e saber qual é o melhor caminho, clica no link da bio e fala com a gente.
Um abraço

Advogado e fundador da DNA Cidadania, com atuação especializada em cidadania portuguesa e italiana.
Dedica-se ao estudo e à prática do direito da nacionalidade, com foco no dever de decisão do Estado, na crítica ao excesso de formalismo administrativo e na proteção jurídica das famílias diante da demora injustificada dos processos. Escreve artigos jurídicos e institucionais que unem direito, história e realidade prática, traduzindo o funcionamento do sistema para quem precisa decidir com consciência e segurança.


