Genealogia não é curiosidade: é prova jurídica de origem
Genealogia não é memória, é estrutura jurídica
No universo da cidadania europeia, genealogia não é um exercício afetivo nem um resgate histórico familiar. Ela é uma estrutura jurídica criada para provar, de forma objetiva, a ligação entre uma pessoa viva e um ascendente europeu reconhecido pelo Estado.
O Estado não reconhece histórias, apenas provas
Portugal e Itália não trabalham com narrativas familiares. Trabalham com documentos, vínculos e coerência. O que não pode ser comprovado documentalmente simplesmente não existe para o sistema jurídico.
Linha ascendente é o eixo de tudo
A cidadania por origem só se sustenta na linha direta: pai, mãe, avô, avó, bisavô. Parentes colaterais não transmitem direito e não constroem prova jurídica.
Genealogia define a estratégia correta
É a genealogia que indica se o caminho é Portugal, Itália, via administrativa ou judicial. Quem pula essa etapa escolhe estratégia no escuro.
Prova de origem reduz risco e frustração
Quando a prova é bem construída, o processo flui. Quando é frágil, surgem exigências, atrasos e indeferimentos silenciosos.
O passaporte é consequência, não ponto de partida
Cidadania começa muito antes do protocolo. Começa na prova de origem.
Falar com a DNA Cidadania sobre genealogia e origem familiar

Advogado e fundador da DNA Cidadania, com atuação especializada em cidadania portuguesa e italiana.
Dedica-se ao estudo e à prática do direito da nacionalidade, com foco no dever de decisão do Estado, na crítica ao excesso de formalismo administrativo e na proteção jurídica das famílias diante da demora injustificada dos processos. Escreve artigos jurídicos e institucionais que unem direito, história e realidade prática, traduzindo o funcionamento do sistema para quem precisa decidir com consciência e segurança.
