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As vantagens do passaporte europeu: 27 países na Europa e caminhos facilitados para os Estados Unidos

Cidadania europeia: vantagens e benefícios reais para brasileiros descendentes de europeus.

Por que reconhecer esse direito muda o seu lugar no mundo

Reconhecer a cidadania europeia é muito mais do que obter um novo documento.
É reconectar-se à sua origem, ampliar drasticamente suas possibilidades de vida e garantir um futuro mais seguro para você e para sua família.

O Brasil é um dos países que mais recebeu imigrantes europeus ao longo da história. Entre os séculos XIX e XX, milhões de italianos, portugueses, alemães e espanhóis cruzaram o oceano fugindo de guerras, crises sanitárias e pobreza extrema, reconstruindo suas vidas em solo brasileiro.

Hoje, seus filhos, netos e bisnetos continuam aqui — mas carregam um direito que muitas vezes desconhecem ou adiam: o direito à cidadania europeia por descendência.

Este artigo reúne, de forma clara e completa, todas as vantagens e benefícios reais da cidadania europeia, especialmente para brasileiros.


O que é, de fato, ser um cidadão europeu?

É cidadão europeu quem possui a nacionalidade de um dos países que integram a União Europeia. Essa condição não é um benefício temporário, mas parte da identidade jurídica da pessoa.

Na prática, ser cidadão europeu significa poder:

  • Morar, estudar e trabalhar legalmente na Europa
  • Circular livremente entre países do bloco
  • Ter acesso a sistemas públicos de saúde, educação e previdência
  • Participar da vida política local e europeia
  • Transmitir a cidadania aos filhos (conforme a legislação de cada país)

Não se trata apenas de viajar melhor. Trata-se de pertencer plenamente a um espaço político, econômico e social.


Em quais países um cidadão europeu pode morar?

O cidadão europeu pode residir livremente em qualquer um dos 27 países da União Europeia, sem necessidade de visto, autorização de residência ou permissão de trabalho.

Os países atualmente membros da União Europeia são:

Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Polônia, Portugal, República Checa, Romênia e Suécia.

Se você possui, por exemplo, cidadania italiana ou portuguesa, pode viver legalmente em qualquer um desses países, por tempo indeterminado.


Como funciona o registro para morar em um país europeu?

A burocracia é mínima.
Ao decidir residir em outro país da União Europeia por mais de 3 meses, o cidadão europeu deve apenas solicitar um Certificado de Cidadão da União Europeia, comunicando oficialmente sua permanência.

Cada país possui regras administrativas próprias, mas, em geral:

  • O registro é feito junto a órgãos municipais ou de imigração (exemplo: se for italiano e quiser morar em Portugal, o local para solicitar o Certificado é a Câmara Municipal da Cidade.
  • Não há análise subjetiva ou discricionária
  • Não se trata de um pedido, mas do exercício de um direito

Em Portugal, por exemplo, o registro é feito nas Câmaras Municipais.


Livre circulação na União Europeia

A União Europeia é um bloco político e econômico baseado, entre outros pilares, na livre circulação de pessoas, mercadorias e capitais.

Isso significa que qualquer cidadão de um país membro pode:

  • Entrar e sair livremente dos outros países do bloco
  • Permanecer legalmente sem limite de tempo
  • Trabalhar, estudar e empreender sem vistos

Essa liberdade não existe para quem depende apenas do passaporte brasileiro.


Passaporte brasileiro x cidadania europeia

O passaporte brasileiro permite entrada sem visto em vários países europeus (o ETIAS vai entrar em vigor no último trimestre de 2026), mas com limitações severas:

  • Permanência máxima de 90 dias dentro de um período de 180 dias
  • Proibição de trabalho e estudo
  • Ausência de direitos sociais

Com a cidadania europeia, essas limitações simplesmente deixam de existir.


Direito de morar, estudar e trabalhar legalmente

Com a cidadania europeia:

  • Não há exigência de visto de trabalho
  • Não há autorizações temporárias
  • Não há dependência de empregadores ou contratos específicos

O cidadão europeu possui os mesmos direitos e deveres dos nacionais, inclusive para:

  • Trabalhar
  • Estudar
  • Investir
  • Empreender

O que é o Espaço Schengen?

O Espaço Schengen é um tratado de livre circulação que elimina fronteiras internas entre os países signatários, criando uma única fronteira externa.

Embora se confunda com a União Europeia, não são a mesma coisa:

  • A UE é um bloco político e econômico
  • Schengen é um acordo territorial de circulação

Além dos países da UE, fazem parte do Espaço Schengen países como:

  • Suíça
  • Noruega
  • Islândia
  • Liechtenstein
  • Mônaco
  • San Marino
  • Vaticano

Ou seja, quem tem cidadania europeia circula livremente por mais de 30 países europeus.

Imagine que:

  • O Espaço Schengen é como um condomínio
  • Cada país é um apartamento
  • Existe portaria apenas na entrada do condomínio
  • Depois que você entra, pode circular livremente entre os apartamentos

Essa “portaria” é a fronteira externa do Espaço Schengen.


Outros benefícios e vantagens da cidadania europeia

Acesso à saúde e educação públicas

Brasileiros com cidadania europeia têm acesso aos sistemas públicos de:

  • Saúde
  • Educação básica
  • Universidades
  • Previdência social

Isso inclui cidadãos residentes na Europa, em trânsito ou até mesmo vivendo fora do continente, conforme as regras locais.


Facilidade para abrir empresa ou investir na Europa

A cidadania europeia dá acesso direto ao Mercado Comum Europeu, permitindo:

  • Abrir empresas sem vistos
  • Investir em qualquer país da UE
  • Concorrer a incentivos fiscais e financeiros
  • Atuar em setores estratégicos como tecnologia, turismo e sustentabilidade

O cidadão europeu opera como nacional, não como estrangeiro.


Isenção de vistos para países fora da Europa

Os passaportes europeus estão entre os mais fortes do mundo, permitindo entrada facilitada em dezenas de países fora do continente.

🇮🇹 Cidadania italiana

Entrada sem visto para cerca de 194 países, incluindo:

  • Japão
  • Coreia do Sul
  • Canadá
  • Estados Unidos (mediante autorização eletrônica – ESTA)

🇵🇹 Cidadania portuguesa

Entrada facilitada em cerca de 190 países, incluindo:

  • Todos os países da UE e Schengen
  • Canadá e Estados Unidos (com eTA/ESTA)

    Essa alta classificação mostra como Portugal ocupa uma posição estratégica no cenário internacional, tornando o passaporte português um ativo valioso para quem busca liberdade de movimento, negócios e expansão de horizontes.

🇩🇪 Cidadania alemã

Acesso facilitado a mais de 180 destinos, como:

  • Reino Unido
  • Irlanda do Norte
  • Escócia
  • País de Gales

🇪🇸 Cidadania espanhola

Entrada sem visto em mais de 190 países, incluindo:

  • México
  • Turquia
  • Noruega

Países fora da União Europeia: o caso do Reino Unido

Em 2020, o Reino Unido deixou oficialmente a União Europeia (Brexit).
Ainda assim, manteve acordos que facilitam a circulação de cidadãos europeus.

Quem possui cidadania de um país da UE (exceto Irlanda) tem entrada facilitada no Reino Unido, mediante:

  • Passaporte europeu válido
  • Autorização Eletrônica de Viagem (ETA)

Conclusão: cidadania europeia é direito, não privilégio

O Brasil abriga milhões de descendentes de europeus:

  • Cerca de 30 milhões de italianos
  • 25 milhões de portugueses
  • 5 milhões de alemães

Grande parte dessas pessoas tem direito ao reconhecimento da cidadania europeia, mas adia essa decisão por falta de informação, medo ou procrastinação.

Reconhecer a cidadania europeia é:

  • Honrar a história da sua família
  • Garantir liberdade de escolha
  • Proteger o futuro das próximas gerações

Na DNA Cidadania, ajudamos famílias a reconquistar esse direito com método, profundidade jurídica e responsabilidade histórica.

Porque cidadania não é um documento.
É identidade, pertencimento e liberdade — e deve ser exercida enquanto há tempo.

Quais países fazem parte do Espaço Schengen?

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O Espaço Schengen é formado por 27 países europeus, incluindo:

  • A maioria dos países da União Europeia
  • Países que não são da UE, mas aderiram ao acordo, como:
    • Suíça
    • Noruega
    • Islândia
    • Liechtenstein

👉 Resultado: quem entra no Schengen tem acesso livre a mais de 30 países europeus.


O que significa “entrar pelo Schengen”?

Quando você entra pela primeira vez em um país do Espaço Schengen:

  • Seu passaporte é controlado
  • A contagem de tempo começa ali (se você for turista)

Depois disso:

  • Não há novos controles internos
  • Você pode viajar de trem, carro ou avião como se estivesse no mesmo país

Exemplo prático (bem real)

👉 Você entra por Portugal:

  • Passa pela imigração em Lisboa
  • Depois viaja para Espanha, França, Itália ou Alemanha
  • Sem nova imigração
  • Sem carimbo
  • Sem perguntas

Para o cidadão europeu: liberdade total
Para o turista: liberdade limitada no tempo


Por que o Espaço Schengen é tão importante?

Porque ele representa:

  • Mobilidade
  • Integração
  • Liberdade real de circulação

E para quem tem cidadania europeia, ele significa:

não depender de fronteiras para viver, trabalhar ou se deslocar


O erro mais comum das pessoas

Muita gente acha que:

“Entrar na Europa = Espaço Schengen”

❌ Errado.

  • Você pode entrar na Europa fora do Schengen
  • E pode circular no Schengen sem estar na União Europeia

Entender isso evita:

  • Problemas na imigração
  • Estouro de prazo
  • Multas e sanções futuras

O Espaço Schengen transforma vários países em um só território — e a cidadania europeia transforma o direito de circular em liberdade permanente.

Quantas vantagens e benefícios tem o passaporte europeu?

O passaporte europeu não tem uma vantagem só.
Ele elimina limitações.
E isso gera dezenas de benefícios ao longo da vida.

Podemos listar ao menos 15 vantagens diretas e dezenas de benefícios indiretos decorrentes da cidadania europeia.

As 15 vantagens principais:

  • Direito de morar em qualquer país da União Europeia (UE), sem visto.
  • Direito de trabalhar legalmente em qualquer país da UE, sem autorização de trabalho.
  • Direito de estudar em qualquer país da UE, com menos barreiras administrativas.
  • Livre circulação entre os países da UE (entrada/saída sem burocracia de estrangeiro).
  • Circulação no Espaço Schengen com controles internos reduzidos (viagens como “mercado interno”).
  • Permanência sem limite de tempo na UE (diferente do turista, que tem regra de 90/180 dias).
  • Acesso a serviços públicos nos países da UE (conforme regras locais), incluindo saúde.
  • Acesso à educação pública (conforme regras locais) e a universidades com condições de cidadão.
  • Mensalidades universitárias reduzidas (em muitos países, o cidadão paga como “local”, não como estrangeiro).
  • Reconhecimento/portabilidade de direitos sociais e previdenciários dentro da UE (regras de coordenação).
  • Reconhecimento e facilitação de qualificações profissionais (dependendo da profissão e do país).
  • Proteção consular/diplomática ampliada em países terceiros (apoio por representações de países da UE, quando aplicável).
  • Participação política: direito de votar (e, em certas situações, candidatar-se) no país de residência na UE.
  • Entrada facilitada/dispensa de visto para diversos países fora da Europa (turismo/negócios, conforme o passaporte específico).
  • Transmissão da cidadania aos descendentes (conforme as regras do país), criando legado familiar.

Vantagens secundárias e derivadas

A partir dessas 15, surgem dezenas de benefícios indiretos, como:

  • Plano B geopolítico e familiar
  • Facilidade para crédito
  • Abertura de empresas
  • Concursos públicos
  • Mobilidade acadêmica
  • Planejamento sucessório
  • Segurança jurídica internacional

IMAGINA A SEGUINTE CENA:

  • Pai: 53 anos
  • Mãe: 46 anos
  • Filho: 23 anos
  • Filha: 22 anos
  • Caçula: 14 anos
  • Todos com tripla nacionalidade: brasileira, italiana e portuguesa
  • Família escolarizada, mas sem depender de status ou elite — gente normal, capaz, com ambição e senso de futuro.

Agora vamos ao que isso permite na prática, no cotidiano, ao longo dos próximos 5, 10, 20 anos.


O que muda DE VERDADE na vida dessa família

1. Eles não precisam “decidir tudo agora”

Essa é a primeira vantagem invisível.

Essa família não precisa emigrar amanhã, nem escolher um país “pra sempre”.
Eles podem testar a vida, com segurança jurídica.

👉 Isso muda completamente o nível de ansiedade e pressão.


2. Pai (53 anos): reposicionamento de vida e renda

Cenários reais:

  • Trabalhar remotamente para o Brasil morando em Portugal ou Itália
  • Abrir uma microempresa legal na UE (consultoria, comércio, serviços)
  • Comprar um imóvel pequeno como residência + renda futura
  • Acessar saúde pública europeia com custo previsível
  • Planejar aposentadoria fora do caos previdenciário brasileiro

👉 Ele deixa de “correr atrás” e passa a organizar a segunda metade da vida.


3. Mãe (46 anos): estabilidade + autonomia

Cenários reais:

  • Trabalhar legalmente sem visto, sem dependência do marido
  • Estudar algo novo (língua, pós, requalificação) pagando como cidadã
  • Empreender pequeno (serviço, estética, educação, turismo)
  • Circular sozinha entre países sem burocracia
  • Planejar velhice com sistema de saúde previsível

👉 Ela não é “acompanhante”. Ela é sujeito de direitos.


4. Filho (23 anos): vida aberta, sem teto baixo

Essa idade é onde a cidadania mais impacta.

Cenários reais:

  • Fazer graduação ou mestrado em outro país europeu
  • Trabalhar legalmente enquanto estuda
  • Mudar de país dentro da UE conforme oportunidades
  • Estágio, trainee, startups, multinacionais
  • Construir currículo internacional real, não turismo

👉 Ele não começa a vida adulta preso a um CEP.


5. Filha (22 anos): educação + mobilidade + segurança

Cenários reais:

  • Estudar em universidades europeias com mensalidades reduzidas
  • Bolsas e programas como Erasmus
  • Trabalhar meio período legalmente
  • Morar sozinha com proteção jurídica
  • Planejar carreira sem “pedido de visto”

👉 Ela vive a juventude com liberdade e proteção, não improviso.


6. Caçula (14 anos): o verdadeiro divisor de águas

Aqui está o benefício mais subestimado.

Cenários reais:

  • Ensino médio ou parte da formação na Europa
  • Fluência real em idiomas
  • Formação cultural ampla
  • Entrada em universidades europeias como cidadão
  • Mercado de trabalho global desde cedo

👉 Esse filho não herda o problema, herda o caminho aberto.


A força da tripla nacionalidade (pouca gente percebe)

🇧🇷 Brasil

  • Base emocional, família, negócios, renda
  • País de retorno, não de aprisionamento

🇵🇹 Portugal

  • Porta de entrada suave
  • Idioma
  • Saúde pública
  • Estabilidade

🇮🇹 Itália

  • Identidade
  • União Europeia plena
  • Mobilidade forte
  • Reconhecimento cultural

👉 Eles escolhem conforme a fase da vida, não por desespero.


7. Mobilidade prática no dia a dia

  • Férias em qualquer país europeu como “local”
  • Trabalho em um país, moradia em outro
  • Educação em um, renda em outro
  • Tratamento de saúde onde for melhor
  • Crises políticas? Plano B imediato

8. Crise no Brasil? Crise na Europa? Não importa

Essa família:

  • Não depende de um governo
  • Não depende de uma economia
  • Não depende de uma moeda
  • Não depende de uma fronteira

👉 Eles têm opções.
E opção é o ativo mais valioso do século XXI.


A frase que resume tudo (vida real)

Essa família não “emigra”.
Ela se move.
Porque quem tem cidadania europeia não foge — escolhe.

AGORA IMAGINA O SEGUINTE

🇺🇸 Estados Unidos: como a cidadania europeia amplia (muito) as possibilidades na prática

Quando falamos de cidadania europeia, a maioria das pessoas pensa apenas na Europa.
Mas o que pouca gente entende é que Portugal e Itália têm acordos estratégicos com os Estados Unidos que mudam completamente o jogo migratório para quem é cidadão desses países.

Vamos à prática.


1. Viagens frequentes aos EUA: liberdade real (ESTA)

Cidadãos portugueses e italianos fazem parte do Visa Waiver Program dos Estados Unidos.

Isso significa que:

  • Podem viajar aos EUA sem visto
  • Usando apenas o ESTA, válido por até 2 anos
  • Permanência de até 90 dias por entrada
  • Pode entrar quantas vezes quiser, desde que respeite os prazos

👉 Na prática:

  • Férias
  • Visitas a familiares
  • Exploração de mercado
  • Feiras, eventos, reuniões

Tudo isso sem entrevista, sem consulado, sem estresse.


2. A grande virada: acordos de investimento (E-2)

Aqui está o ponto que quase ninguém explica direito.

Portugal 🇵🇹 e Itália 🇮🇹 têm tratado E-2 com os EUA

O visto E-2 (Treaty Investor Visa) é exclusivo para cidadãos de países que têm tratado econômico com os Estados Unidos — e Brasil não tem.

Portugal e Itália têm.


3. O que o visto E-2 permite, na prática

Com o E-2, o cidadão português ou italiano pode:

  • Morar legalmente nos Estados Unidos
  • Abrir empresa ou comprar um negócio
  • Trabalhar na própria empresa
  • Levar cônjuge e filhos
  • Renovar o visto indefinidamente
  • Construir caminho sólido para residência permanente

👉 É um visto realista, usado por milhares de famílias comuns — não só por milionários.


4. Investimento: o mito dos “milhões” (comparação real)

Aqui é essencial separar as coisas.

❌ O que o brasileiro sem tratado enfrenta

  • Caminho clássico: EB-5
  • Investimento mínimo atual:
    • US$ 800.000 (áreas específicas)
    • ou US$ 1.050.000
  • Processo longo, caro e altamente regulado

✅ O que o cidadão europeu pode usar (E-2)

  • Não existe valor mínimo fixado em lei
  • Na prática, projetos viáveis costumam começar em torno de:
    • US$ 80.000 a US$ 150.000, dependendo do negócio
  • Empresa real, ativa, operacional
  • Muito menos capital imobilizado
  • Muito mais controle do investidor

👉 Não é “10% por regra”, mas na prática o E-2 exige uma fração do capital exigido no EB-5.


5. Caminho estratégico até o Green Card

O E-2 não é green card automático, mas ele:

  • Coloca a família legalmente nos EUA
  • Permite estruturar empresa, renda e histórico
  • Abre portas para:
    • EB-1
    • EB-2 NIW
    • Ajustes por mérito, expansão ou reestruturação

👉 Ou seja: é um visto ponte extremamente poderoso.


6. Como isso se encaixa na família que você descreveu

Voltando àquela família com tripla nacionalidade:

  • Os pais podem:
    • Explorar negócios nos EUA
    • Abrir empresa com risco controlado
    • Passar temporadas longas legalmente
  • Os filhos:
    • Estudar
    • Trabalhar
    • Criar networking
    • Migrar com segurança jurídica
  • Todos:
    • Entrar e sair dos EUA com facilidade
    • Planejar a vida sem pressa e sem desespero

👉 A cidadania europeia tira os EUA do campo do sonho distante e coloca no campo do planejamento estratégico.


A cidadania europeia não serve só para viver na Europa.


Ela abre a porta dos Estados Unidos por caminhos que o brasileiro comum simplesmente não tem.

E se você é brasileiro, descendente de europeu, e deseja saber se tem direito ao passaporte europeu, o próximo passo é simples.

A cidadania europeia não é um privilégio — é um direito de origem, que precisa ser corretamente analisado, documentado e reconhecido.

👉 Clique no link abaixo e fale com a DNA Cidadania, especialista há mais de uma década em cidadania portuguesa e italiana, para entender se você ou sua família têm esse direito:

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Nossa equipe está preparada para analisar o seu caso, esclarecer dúvidas e orientar o melhor caminho — com segurança jurídica, estratégia e transparência.

Seja para viver novas oportunidades ou garantir um legado familiar, na DNA Cidadania ajudamos você a conquistar sua nacionalidade europeia com segurança e tranquilidade. Com atendimento personalizado e mais de 4.000 famílias atendidas, transformamos sua história em um passaporte para o mundo.

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