O Mundo Está Fechando Portas: Japão Aperta Regras para Brasileiros, Mas Europeus Continuam com Acesso Facilitado
A partir do ano fiscal de 2028 (entre abril de 2028 e março de 2029), o Japão passará a exigir de brasileiros, assim como de cidadãos de mais de 70 países hoje isentos de visto, a obtenção prévia de uma autorização eletrônica de viagem, o JESTA (Japan Electronic System for Travel Authorization), para estadias de curta duração.
Até que a nova regra entre em vigor, permanecem válidas as condições atuais: brasileiros com passaporte comum eletrônico seguem dispensados de visto para turismo e negócios por até 90 dias, com base no acordo de isenção recíproca entre Brasil e Japão, cuja vigência inicial vai até 29 de setembro de 2026, podendo ser renovada após esse prazo.
Principais detalhes da nova exigência:
- O que muda: O visto continua dispensado, mas será necessário preencher um formulário online, informar dados pessoais/motivo da viagem e pagar uma taxa antes de embarcar, similar ao modelo ETIAS da Europa.
- Quando começa: A previsão é que a medida entre em vigor a partir de 2028.
- Objetivo: Aumentar o controle migratório devido ao recorde de turistas, evitando permanências irregulares.
- Aprovação: Sem o JESTA aprovado, o embarque não será permitido.
Portanto, a isenção de visto atual, que permite a entrada de brasileiros sem burocracia desde setembro de 2023, deixará de ser totalmente livre.
O que aconteceu?
O governo do Japão anunciou uma nova exigência para brasileiros que desejam visitar o país. A medida altera a dinâmica de entrada e reforça o controle migratório para quem viaja com passaporte brasileiro.
Em termos práticos: o mundo está apertando filtros. E isso não é um movimento isolado.
Nos últimos anos, temos assistido a uma reorganização silenciosa das fronteiras globais. Sistemas eletrônicos de autorização prévia, exigências adicionais e controle biométrico tornaram-se regra, não exceção.
Veja o caso do ESTA 2026 – entrada na Europa para estrangeiros (cidadãos de fora da União Europeia), incluindo brasileiros.
O ETIAS (European Travel Information and Authorisation System) é uma autorização eletrônica obrigatória criada pela União Europeia para viajantes de países que hoje não precisam de visto para turismo de curta duração, como o Brasil. Não é um visto tradicional. Seria um visto de turismo. Deixou de ser uma entrada automática.
Antes de embarcar para qualquer país do Espaço Schengen, o viajante deverá solicitar essa autorização online, pagar a taxa correspondente e aguardar aprovação.
Atenção, sem ETIAS aprovado, o embarque pode ser impedido ainda no Brasil.
E o brasileiro quem tem dupla cidadania?
A reorganização contemporânea das fronteiras não afeta todos de maneira uniforme. Quando um país endurece exigências para determinada nacionalidade, ele o faz com base em indicadores específicos. O resultado prático, porém, é desigualdade de mobilidade.
Enquanto o brasileiro que porta exclusivamente o passaporte nacional enfrenta novos filtros, autorizações prévias e exigências adicionais, o cidadão europeu continua a transitar com maior fluidez em diversos contextos estratégicos.
Essa diferença não é turística. É estrutural.
O passaporte deixou de ser mero documento de viagem. Tornou-se ativo geopolítico. Ele sintetiza o histórico institucional, diplomático e econômico do país que o emite. Ao apresentá-lo em uma fronteira, o indivíduo carrega consigo a reputação normativa e a previsibilidade administrativa de seu Estado de origem.
Hoje, o cidadão da União Europeia opera dentro de um sistema de acordos bilaterais e multilaterais consolidados ao longo de décadas. Esses acordos não surgiram por acaso; foram resultado de coordenação política, integração econômica e harmonização documental. Na prática, isso significa entrada facilitada em países estratégicos, menor incidência de exigência de vistos prévios, procedimentos migratórios mais céleres e maior previsibilidade jurídica na admissão.
Não se trata de privilégio arbitrário. Trata-se de confiança institucional acumulada.
O brasileiro que possui dupla ou tripla nacionalidade altera sua posição nesse cenário.

Ele deixa de depender exclusivamente do peso institucional de um único passaporte e passa a operar sob um arcabouço jurídico ampliado. A diferença não está apenas na fila mais rápida ou na dispensa de visto específico. Está na liberdade geográfica consolidada, na capacidade de escolha e na redução de incerteza.
Esse é o valor real do passaporte europeu: não é símbolo, é ferramenta. Não é ostentação, é arquitetura estratégica.
Pode-se discordar da lógica internacional, pode-se lamentar a seletividade crescente. Entretanto, na prática, o sistema funciona dessa maneira. Fronteiras continuam existindo, físicas e digitais, e operam com critérios cada vez mais técnicos.
Diante disso, existem duas posturas possíveis: indignar-se ou estruturar-se.
A globalização não eliminou as fronteiras; ela as sofisticou. O mundo continua conectado, mas exige enquadramento jurídico adequado. Preparar-se para essa realidade não é pessimismo. É maturidade estratégica.
O cenário já mudou. A pergunta é quem decidiu acompanhar essa mudança.
Conheça o peso histórico e diplomático da União Europeia
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SuéciaA União Europeia não é apenas um bloco econômico.
Ela é um bloco de poder diplomático.
O passaporte europeu carrega:
- Acordos de reciprocidade consolidados
- Confiança institucional internacional
- Histórico de estabilidade política
- Baixo índice migratório irregular
E isso influencia diretamente a forma como seus cidadãos são tratados nas fronteiras.
Se observarmos a União Europeia sob a lente da História, perceberemos que ela não surgiu apenas como um acordo comercial. Ela é o resultado de um processo político iniciado no pós-Segunda Guerra Mundial, quando líderes europeus compreenderam que a integração econômica seria instrumento de estabilidade e de prevenção de novos conflitos no continente.
O embrião desse projeto foi a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (1951), seguida pela Comunidade Econômica Europeia (1957). O que começou como cooperação setorial transformou-se, ao longo das décadas, em um sistema institucional complexo, com Parlamento próprio, Comissão executiva, Tribunal de Justiça e uma política externa coordenada. A União Europeia consolidou-se, portanto, como um ator internacional com personalidade jurídica e capacidade diplomática própria.
Quando falamos em “peso do passaporte europeu”, estamos falando do acúmulo histórico de credibilidade institucional. Estados que integram a União Europeia compartilham padrões comuns de governança, controle migratório, estabilidade jurídica e cooperação consular. Isso gera confiança internacional.

Acordos de reciprocidade não são concedidos por simpatia, são fruto de negociações diplomáticas baseadas em previsibilidade institucional e responsabilidade migratória. Países que apresentam baixos índices de permanência irregular e estruturas sólidas de controle de fronteiras tendem a receber tratamento facilitado. A União Europeia, como bloco, projeta essa imagem de estabilidade e coordenação.
Além disso, o histórico de integração política, respeito a direitos fundamentais e padronização documental (como os passaportes biométricos harmonizados) reforça a percepção de segurança por parte de outros Estados. Na prática, isso influencia diretamente o modo como cidadãos europeus são recebidos nas fronteiras: menos desconfiança, menos barreiras burocráticas, maior previsibilidade.
Portanto, o passaporte europeu não é apenas um documento de viagem. Ele é o produto de décadas de construção institucional, diplomática e política. É a materialização de um projeto histórico que transformou um continente devastado pela guerra em um dos polos mais organizados e influentes do sistema internacional contemporâneo.
A reorganização contemporânea das fronteiras

O cenário internacional atravessa um momento de reconfiguração estrutural que não pode ser compreendido por meio de interpretações superficiais. Durante as últimas décadas do século XX e início do XXI, consolidou-se a percepção de que a globalização caminharia inevitavelmente para a diluição progressiva das fronteiras. A circulação de capitais tornou-se instantânea, cadeias produtivas foram fragmentadas entre continentes e a mobilidade humana passou a integrar o discurso central das democracias liberais.
Entretanto, a experiência histórica recente revelou um movimento mais complexo. Crises financeiras, pressões migratórias, instabilidades regionais e, sobretudo, eventos globais como pandemias e conflitos armados reintroduziram a centralidade do Estado-nação como guardião de sua própria estabilidade interna. A fronteira voltou a ser percebida não apenas como linha geográfica, mas como instrumento de governança.
Nesse contexto, a política migratória deixou de operar no plano simbólico e passou a ser estruturada por métricas técnicas. Estados avaliam fluxos migratórios anuais, índices de permanência irregular, impacto sobre sistemas públicos, indicadores de segurança interna e qualidade das relações diplomáticas. A decisão de exigir vistos, autorizações eletrônicas prévias ou controles biométricos não surge do improviso político; emerge de modelos de análise de risco.
Assim, a reorganização das fronteiras não constitui um ato emocional ou punitivo. É a aplicação estatística da soberania. Trata-se de uma lógica de precaução, na qual o Estado ajusta seus filtros de entrada conforme os dados indicam maior ou menor grau de previsibilidade.
A globalização não foi revertida. Ela foi recalibrada. E compreender essa distinção é fundamental para interpretar corretamente o momento histórico atual.
O Brasil no contexto da seletividade global

Perguntar se o Brasil está sendo penalizado implica, antes de tudo, compreender como se estruturam as relações migratórias internacionais. Não existe, em regra, um mecanismo formal de punição coletiva aplicado a um país específico em matéria de mobilidade. O que existe é uma análise comparativa permanente de indicadores.
Quando determinado Estado registra aumento de permanência irregular em outro território, esse dado passa a integrar relatórios estatísticos. Quando há pressão sobre serviços públicos ou crescimento de solicitações de regularização, esses elementos também são contabilizados. A política migratória contemporânea opera com base em probabilidade e previsibilidade.
Nesse cenário, o Brasil não é exceção nem alvo singular. Ele está inserido em uma matriz global de avaliação contínua. Contudo, há uma diferença estrutural relevante entre países que atuam isoladamente e aqueles que integram blocos institucionais altamente coordenados.
A União Europeia, por exemplo, projeta externamente um histórico coletivo de governança padronizada, controle documental harmonizado e cooperação consular. Esse capital institucional acumulado ao longo de décadas gera um efeito reputacional. A credibilidade não é atributo subjetivo; é consequência de consistência normativa e previsibilidade administrativa.
Assim, quando cidadãos de determinados blocos enfrentam menos barreiras em alguns contextos internacionais, isso não decorre de preferência emocional, mas de confiança institucional consolidada. O tratamento diferenciado é reflexo da percepção de risco associada a cada origem nacional.
O Brasil, portanto, não está sendo formalmente punido. Está sendo avaliado, como todos os demais. A diferença está no peso institucional que cada passaporte carrega na arena internacional.
A procrastinação – Enquanto Você Espera o momento certo, o Mundo Fecha as Portas

Se a reorganização das fronteiras é um fenômeno estrutural, a resposta individual a esse fenômeno torna-se igualmente relevante. Muitos brasileiros descendem de europeus e possuem direito ao reconhecimento de nacionalidade por vínculo sanguíneo. Esse direito, entretanto, não se materializa automaticamente. Ele depende de iniciativa.
A procrastinação surge, nesse contexto, como uma vulnerabilidade invisível. Não se trata de desconhecimento absoluto, mas de adiamento recorrente. A vida cotidiana impõe urgências imediatas, enquanto decisões estruturais tendem a ser postergadas. O processo parece complexo, a organização documental exige método e o investimento demanda planejamento.
Entretanto, o tempo não opera de forma neutra. Exigências administrativas podem tornar-se mais rigorosas. Interpretações legais podem sofrer alterações. Procedimentos podem adquirir maior grau de formalidade. O direito de sangue permanece, mas o caminho para seu reconhecimento pode se tornar progressivamente mais técnico.
Procrastinar, portanto, não é apenas adiar um projeto. É aceitar operar em ambiente potencialmente mais complexo no futuro. A decisão de agir ou esperar deixa de ser emocional e passa a ser estratégica.
Antecipação é Liderança: A Arquitetura Jurídica da Família Moderna

Toda família, independentemente de sua estrutura formal, possui um núcleo decisório. Ainda que não declarado, alguém assume a responsabilidade pelas escolhas estruturais: onde investir, onde educar os filhos, como organizar o patrimônio e quais riscos evitar. Esse papel não é meramente administrativo; ele é estratégico. Em um mundo de transformações aceleradas — jurídicas, políticas e econômicas — proteger a família exige visão de longo prazo. Nesse contexto, a obtenção de uma segunda cidadania deixa de ser uma conveniência e passa a integrar o campo das decisões estruturais.
A mobilidade internacional, que outrora parecia simples, tornou-se progressivamente regulada. Estados reforçam controles migratórios, exigências documentais tornam-se mais técnicas e interpretações administrativas podem se tornar mais restritivas. Não se trata de alarmismo, mas de constatação histórica: ambientes jurídicos evoluem. A família que depende exclusivamente de um único ordenamento estatal concentra risco. Já aquela que amplia seu status jurídico internacional diversifica sua exposição institucional. Trata-se, portanto, de diversificação jurídica — princípio semelhante ao da gestão de patrimônio, em que a distribuição estratégica de ativos reduz vulnerabilidades futuras.
A dupla cidadania não representa rejeição ao país de origem. Ao contrário, representa ampliação de possibilidades. Ela confere direito automático de residência, acesso direto a mercados de trabalho sem autorização prévia, mobilidade ampliada e, sobretudo, transmissão intergeracional. O direito reconhecido hoje se projeta sobre filhos, netos e gerações futuras. Mesmo que jamais seja plenamente utilizado, o simples fato de existir altera a posição estratégica da família diante de cenários imprevisíveis.
Liberdade, nesse contexto, não significa deslocamento imediato. Significa capacidade de escolha. Significa não depender de concessões emergenciais, vistos temporários ou autorizações condicionadas. Significa possuir um direito consolidado antes que ele se torne necessário. A antecipação transforma urgência em planejamento.
Proteger a família não se resume à provisão financeira. Patrimônio material pode ser corroído por crises econômicas ou instabilidades políticas. Já a arquitetura jurídica sólida funciona como blindagem institucional. Ela amplia horizontes, reduz barreiras e oferece alternativas concretas quando circunstâncias mudam.
Amar é zelar. Zelar é prever. E prever é agir antes que o cenário se torne restritivo. A omissão, muitas vezes confundida com prudência, pode ser apenas adiamento estratégico. A antecipação, por outro lado, é responsabilidade consciente.
Quem ama não reage ao futuro — prepara-se para ele.
O Mundo Não Espera os Indecisos
O mundo contemporâneo tornou-se progressivamente mais seletivo. As fronteiras não operam mais apenas como limites geográficos; funcionam como sistemas de filtragem jurídica, técnica e administrativa. A mobilidade internacional, antes percebida como facilidade decorrente da globalização, passou a depender de critérios cada vez mais estruturados. O direito de ir e vir, quando não sustentado por vínculo jurídico sólido, converte-se em autorização condicionada.
Esse fenômeno não é episódico. Trata-se de tendência estrutural. Estados reorganizam suas políticas migratórias, refinam exigências documentais e ampliam mecanismos de controle. Não se trata de fechamento absoluto, mas de reconfiguração. A mobilidade permanece possível — porém cada vez mais dependente de enquadramento legal adequado.
Nesse contexto, permanecer dependente de uma única nacionalidade não constitui, por si só, um equívoco. Contudo, é uma escolha estratégica que deve ser consciente. A questão central não é o desejo imediato de emigrar. A questão é a existência de alternativa real caso circunstâncias imprevistas — econômicas, políticas ou familiares — exijam deslocamento.
Existe diferença substancial entre reagir e posicionar-se.
Reagir é contingencial. É agir quando a necessidade já se impôs. É buscar soluções sob pressão, sob prazos, sob critérios que podem já ter se tornado mais restritivos.
Posicionar-se é arquitetônico. É estruturar alternativas antes que se tornem urgentes. É construir margem de escolha enquanto o tempo ainda permite planejamento racional.
A reorganização das fronteiras não decorre de acaso. Resulta de dinâmica internacional complexa: fluxos migratórios intensificados, disputas econômicas, pressões demográficas e reorganização de mercados de trabalho. Compreender esse movimento não exige alarmismo, exige lucidez.
Quem compreende a tendência amplia sua margem de liberdade. Quem ignora, reduz sua capacidade de decisão futura. Liberdade, no mundo contemporâneo, não é apenas mobilidade física. É previsibilidade jurídica. É capacidade de transitar entre ordenamentos estatais com segurança formal.
É poder escolher onde viver, trabalhar ou proteger a família sem depender de concessões excepcionais.
Entre reação e posicionamento há um divisor estratégico. A reação opera no campo da necessidade. O posicionamento opera no campo da liberdade. E no cenário atual, a margem de liberdade não é fruto do acaso, é fruto de decisão antecipada. Conquiste sua dupla nacionalidade.
A Ilusão da Estabilidade Permanente
A maior armadilha estratégica do nosso tempo é acreditar que o presente será estável o suficiente para dispensar planejamento.
A história é clara:
– nenhum império foi permanente,
– nenhuma política migratória permaneceu imutável,
– nenhuma estabilidade econômica foi garantida indefinidamente.
O que hoje parece previsível pode se tornar restritivo amanhã. Fronteiras mudam, regras são recalibradas, exigências aumentam. Confiar na permanência do cenário atual é confortável. Planejar para sua possível mudança é estratégico.
Quem entende isso antecipa. Quem ignora, reage.
O Custo Invisível da Inércia
Não decidir também é decidir. A omissão não é neutralidade — é uma escolha silenciosa de permanecer exposto. Quem não constrói alternativas aceita viver sob decisões alheias. Dependência jurídica absoluta é fragilidade institucional.
Prover Não é o Mesmo Que Proteger
Prover é pagar contas. Proteger é antecipar cenários. Provisão sustenta o presente. Proteção preserva o futuro. Liderança familiar não se mede apenas pela renda, mas pela capacidade de estruturar margem de escolha para as próximas gerações.
O Mundo Está se Organizando
O mundo não está contra você. Está se reorganizando para proteger interesses nacionais. Estados calibram riscos, ajustam filtros e elevam exigências. A pergunta não é se isso é justo. A pergunta é: você está preparado?
Arquitetura ou Improviso
Diversificação jurídica é hedge internacional. Segunda cidadania é seguro geopolítico. Passaporte adicional é cláusula de liberdade futura. O século XXI não recompensa improviso. Recompensa arquitetura.
Entre dependência e liberdade existe uma diferença silenciosa, e ela se chama antecipação.

Advogado e fundador da DNA Cidadania, com atuação especializada em cidadania portuguesa e italiana.
Dedica-se ao estudo e à prática do direito da nacionalidade, com foco no dever de decisão do Estado, na crítica ao excesso de formalismo administrativo e na proteção jurídica das famílias diante da demora injustificada dos processos. Escreve artigos jurídicos e institucionais que unem direito, história e realidade prática, traduzindo o funcionamento do sistema para quem precisa decidir com consciência e segurança.


