Pular a genealogia antes da cidadania é um erro que custa tempo
Falar com a DNA Cidadania sobre genealogia e prova de origem
Erro fatal: pular a genealogia e ir direto para a cidadania
A pressa é inimiga do direito
Muitas pessoas começam um processo de cidadania movidas pela urgência emocional. Querem o passaporte, querem sair do Brasil, querem resolver rápido. O problema é que o direito não funciona na lógica da pressa, e sim da prova.
Quando a genealogia é ignorada, o processo começa sem base sólida. Isso gera indeferimentos, exigências intermináveis e, em muitos casos, a perda definitiva do direito.
Genealogia não é etapa burocrática: é a fundação jurídica do pedido.
Genealogia é o que sustenta o processo
O Estado não analisa histórias, relatos familiares ou tradições orais. Ele analisa documentos encadeados que comprovam filiação, identidade e continuidade da linha.
Sem essa base, qualquer processo nasce frágil, mesmo quando aparentemente há direito.
Quando o erro só aparece no final
O pior cenário é descobrir um problema genealógico depois de anos de espera. Quando isso acontece, muitas vezes já não há como corrigir.
O custo emocional e financeiro é alto — e totalmente evitável.
O mito do “depois a gente vê”
Não existe “ver depois” em cidadania. O Estado analisa tudo de uma vez, e qualquer falha interrompe o processo.
Genealogia mal feita não se conserta com petição bonita.
Casos em que o direito nunca existiu
Há situações em que a genealogia responde “não” logo no início. Ignorar isso é insistir em algo juridicamente impossível.
Descobrir isso cedo evita frustração.
Genealogia primeiro, sempre
Todo processo sério começa pela prova de origem. Quem inverte essa lógica paga o preço.


Advogado e fundador da DNA Cidadania, com atuação especializada em cidadania portuguesa e italiana.
Dedica-se ao estudo e à prática do direito da nacionalidade, com foco no dever de decisão do Estado, na crítica ao excesso de formalismo administrativo e na proteção jurídica das famílias diante da demora injustificada dos processos. Escreve artigos jurídicos e institucionais que unem direito, história e realidade prática, traduzindo o funcionamento do sistema para quem precisa decidir com consciência e segurança.


